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Gielton




Um óculos cobre um livro aberto em um banco em uma paisagem triste




Um amigo confessou:


— Cara, acho que minha mãe desperdiçou a vida.


Pensei.


Ué... não foi ela que te pariu?

 

Atualizado: 4 de ago. de 2025

Gielton


pena de escrever sobre o caderno



Diário: conversa silenciosa com os próprios pensamentos — chave de acesso aos dizeres da alma, nem sempre com tradução simultânea.


Foi dele, do simples gesto de colocar o celular entre os dedos e teclar desvairadamente, dia após dia, em lampejos cotidianos, que a escrita acomodou-se em minha morada.


Quando isso acontece, não tem mais "escapatória" — o vício instala-se como trepadeira em muro esquecido.


Mais do que subliminar,

mais do que entrelinhas.

À beira do inevitável,

só nos resta aceitar.


O pior, ou o melhor, é quando passado o tempo, as letras se acomodam como abóboras na carroça e, no balanço, exalam para dentro de outros corações.


Quando isso acontece é pura conexão.


Mais do que sentido,

mais do que força,

mais do que laço.


Assim, as ESCRIVÊNCIAS vieram ao mundo.



 
  • Foto do escritor: Gielton
    Gielton

Gielton


Flor representando Prelúdio

Há sabores e silêncios em cada um de nós. Deixo, nestas linhas, um pequeno punhado de mim — neste breve balanço do tempo.


Vim das Minas de Milton

e Guimarães,

das esquinas

e dos sertões.


Gosto de gente.

Ponho reparo.

Revelo conceitos.


Assim,


Palavras guardadas escapam em crônicas, como quem empilha tijolos


Meu coração bate sincopado na cadência do samba que nasce entre colcheias.


Ensino Física,

confidencio mistérios.


Neste canal, misturo ciência, arte e afeto.


Bem-vindo ao meu canto — talvez apertado, mas onde sua voz é sempre vinda.

 

Textos - Gielton e Lorene / Projeto gráfico - Dânia Lima

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